







Sobre mim
Olá, sou a Joana 👋
Nasci em Leiria, mas Lisboa é casa desde os 18 anos, quando vim estudar Direito para a Nova.
Foi aqui que construí a minha família de coração, fiz alguns dos meus melhores amigos e descobri que é perigosamente fácil apaixonarmo-nos por uma cidade onde há sempre um museu para visitar, uma coisa nova para fazer e, sobretudo, um restaurante novo para experimentar.
Hoje continuo a chamar Lisboa de casa – embora, entre viagens, talvez só passe cá metade do ano. Pequenos detalhes.
De advogada a… blogger de viagens?
Profissionalmente, sou jurista numa empresa da indústria cripto. Antes disso, fui advogada em vários escritórios em Portugal, nas áreas de direito bancário e financeiro, veículos de investimento… e direito empresarial no geral.
Em 2024, depois de algum FOMO (fear of missing out) por acompanhar de perto o mundo cripto sem trabalhar realmente nele, decidi trocar o percurso mais tradicional da advocacia por uma indústria um bocadinho menos tradicional.
A mudança trouxe-me também uma coisa que valorizo muito: liberdade geográfica. Trabalho remotamente e, desde que haja Wi-Fi decente e fusos horários minimamente compatíveis, o escritório pode ser em Lisboa, Banguecoque ou numa ilha perdida algures pelo mundo.
Convenhamos: não é um mau benefício.
Quando fecho o computador…
É provável que esteja a viajar, a treinar, a ler, a experimentar um restaurante novo ou a falar durante demasiado tempo sobre investimentos.
Adoro gastronomia, desporto, livros, finanças e descobrir coisas novas. Sou curiosa por natureza, gosto de aprender, de planear o futuro e tenho uma lista de sítios onde quero ir que cresce consideravelmente mais depressa do que consigo riscá-la.
E sou perdidamente apaixonada pelo João: o meu companheiro de vida, de viagens e de todas as ideias mais ou menos sensatas que aparecem pelo caminho.
Então… porquê um blog?
Porque sempre adorei duas coisas: viajar e escrever.
E porque passo grande parte dos meus dias profissionais atrás de um computador, entre documentos, contratos e consultoria jurídica. Gosto muito do que faço, mas faltava-me uma parte que também é muito minha: pessoas, histórias e criatividade.
O Postais de Veludo nasceu um bocadinho daí. De querer escrever sem cláusulas, viajar com ainda mais propósito e criar um espaço onde possa partilhar aquilo que vou descobrindo pelo caminho.
Mas houve também um episódio na Tailândia que ajudou a dar o empurrão final.
A culpa foi de uma intoxicação alimentar 🇹🇭
Tínhamos reservado uma experiência na Tailândia quando fui presenteada com aquele souvenir que ninguém quer trazer de uma viagem: food poisoning.
Não consegui ir e, quando pedi para reagendar, a resposta foi um simpático mas firme “não”, não podemos reagendar, nem podemos reembolsar o vosso bilhete.
Até que, num momento de inspiração – ou desespero – mencionei que criava conteúdos de viagens (tinha um blog e era influencer), e que ia reclamar do serviço deles. De repente, havia solução. Pediram desculpa, reagendaram a experiência e nós não perdemos o dinheiro. Antes, ganhámos uma experiência.
Saí dali a pensar duas coisas:
1. A internet é um lugar curioso.
2. Se já viajo, fotografo, pesquiso obsessivamente cada destino e adoro escrever… porque não criar realmente esse espaço?
E foi assim que uma pequena mentira de emergência acabou por contribuir para uma grande verdade: eu queria mesmo criar o Postais de Veludo.
Um lugar onde posso transformar as nossas viagens em histórias, recomendações e pequenos “postais” que ajudem outras pessoas a viajar melhor.
E, se pelo caminho isso nos abrir algumas portas para continuar a descobrir o mundo… prometo contar-vos tudo. 💌
E porquê Postais de Veludo?
O nome acabou por surgir de duas coisas muito minhas.
Sempre gostei de escrever postais quando viajo — daqueles que compramos numa lojinha qualquer, escrevemos à pressa numa esplanada e enviamos para alguém de quem nos lembrámos do outro lado do mundo.
E Veludo é o meu apelido.
Por isso, Postais de Veludo pareceu-me quase inevitável: um espaço para guardar e enviar, ainda que digitalmente, pequenos postais das viagens que vou fazendo.
Histórias, lugares, restaurantes, experiências, erros, descobertas e tudo aquilo que vale a pena trazer na mala — mesmo quando não ocupa espaço.